Muitos países já adotaram estratégias nacionais para proteção cibernética
A tecnologia já está, hoje, onde, antes, só estava em filmes no cinema. Com uma vida mais conectada, surge, também, a necessidade de maior proteção e é nesse contexto que se faz necessária a cibersegurança.
Alguns podem não saber o que significa, mas engloba práticas que garantem confidencialidade, integridade e disponibilidade da informação digital, tanto para uma empresa privada ou uma pública, como, também, para a vida pessoal. Ou seja, seu celular, seu e-mail, sua conta bancária – e muitas outras coisas – dependem da cibersegurança.
Prova da importância da cibersegurança é a forma pela qual os Governos tratam a questão. Muitos países adotaram estratégias nacionais de cibersegurança e contam com órgãos especializados de proteção:
Brasil: Conta com a Política Nacional de Cibersegurança (PNCiber) e o Comitê Nacional de Cibersegurança, que coordenam ações entre setores público e privado.
Estados Unidos: Possuem a agência CISA, que lidera a proteção das redes federais e promove padrões técnicos, como o NIST.
União Europeia: Adotou leis como o Cybersecurity Act e a diretiva NIS2, que reforçam regras para empresas e serviços essenciais.
Desafio para as cidades inteligentes
Sabemos que, conforme as cidades se tornam mais conectadas, com sensores, semáforos, câmeras e redes digitais, é preciso aumentar a proteção.
Mas esse pode ser um desafio, já que, por depender de uma infraestrutura digital, qualquer falha pode impactar diretamente os serviços essenciais para o funcionamento da cidade, como transporte público, iluminação, saúde, segurança, etc.
Assim, a cibersegurança deixa de ser uma preocupação apenas no campo tecnológico, passando a ser uma questão de segurança urbana. Para discutir essa questão mais a fundo, no dia 02 de julho, às 10h, o TechCity Summit 2025 apresenta uma palestra sobre a temática. A inscrição para o evento é gratuita. Clique aqui e faça a sua!